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Um ano


Acho que vou abrir uma lata de refrigerante em comemoração à um ano da minha paixão por você, seria icônico eu dizer que sei exatamente o dia e o mês em que eu me apaixonei por você? Mas acho que isso nem se importa mais, não é? Desse um ano, apenas um pouco menos de 2 meses pude ver você diariamente, hoje nem sei mais como é que você está, apenas vejo as fotos que você publica ou imagens haver com futebol que você compartilha no facebook marcando seus amigos, será que você está bem? É isso que me pergunto quando sinto a sua falta.

Talvez por eu não ter me apaixonado por mais ninguém depois de você, será que meu coração aceleraria quando eu visse você? Eu sentiria aquele frio na barriga quando ocasionalmente você passasse por mim? Será que...?


É em comemoração a esse um ano que eu vivo com receio e questionamentos. 

Vivendo sem você


Abro o caderno em uma página qualquer na esperança de escrever algo, mas tudo o que vem na minha cabeça é você.

Ainda não me acostumei a viver sem a sua presença. Olho para seus amigos, lembro-me perfeitamente de você. Olho para o chat do facebook, você sempre está no topo e ainda mais, sabe quando você está quase caindo de sono na aula aí você começa a viajar na maionese? Quando eu estou viajando na “maionese”, necessariamente, estou delirando ao pensar em você.


Se você soubesse a falta que me faz, você voltaria? 

A paixão


Descobri faz pouco tempo que eu adoro me apaixonar. É um sentimento tão lindo, tão bom e tão gostoso.

Parece que tudo fica mais lindo, as pessoas parecem mais alegres, os dias são mais iluminados, e seu sorriso mais bonito. Como eu digo a um bom tempo, eu só acordo alegre quando eu sei que vou ver quem eu gosto de manhã.

Estar apaixonada é ficar com aquele friozinho na barriga, é de dar aquela baita tremedeira nas pernas quando você passa pelo seu cara, é de sair pulando de felicidade pela casa quando ele responde a sua mensagem... Estar apaixonada é isso.


Sei que nem tudo é as mil maravilhas, quebrar a cara com a pessoa errada é muito ruim, principalmente para quem acha esse sentimento tão lindo, mas é se apaixonando por outra pessoa que você esquece pelos espinhos que passou, e tenta reviver essa nova paixão, como se não houvesse tempo para sentir e amar. 

10 Coisas que eu odeio em você


*Baseado no filme: 10 coisas que eu odeio em você

Eu odeio quando passo por você no intervalo da escola e você finge que não me vê.
Minha vontade é de te matar quando você corta seus cachinhos do cabelo, não deveria os cortar, são eles que dão o seu charme.
Falando em charme, odeio o seu charme.
Aquele moletom vans vermelho que usa todo santo dia, até no verão, odeio também, mas queria tê-lo só pra mim para poder sentir seu cheiro.
Odeio a marca do seu tênis, pois lembra as iniciais do meu nome e sobrenome.
Odeio seus amigos também, pois mesmo não te vendo, mas vendo eles, me lembro de você.
Odeio qualquer outra pessoa que se tenha o nome de Lucas Henrique, ou seja, você.
Odeio seus erros de português, não só seus, mas de todo mundo também.
Minha vontade é de morrer quando você chega perto de mim e eu começo a ficar nervosa, e com medo de você acabar percebendo, que gosto de você.
Te odeio pelo simples fato de ter roubado meu coração. 

Última vez que te vi


O último dia de aula para muitos podem significar alegria, a liberdade da "escravidão estudantil", para outros é ter que se despedir de seus amigos e de um lugar que fez parte da infância até o final de sua adolescência.

O último dia de aula me lembra a última vez que eu te vi, tecnicamente a "última", pois eu jurava que nunca mais o veria, me lembro bem que naquele ano, principalmente na última semana de aula, minhas amigas me pegavam chorando por causa dele, e que juravam que nunca iriam me ver chorando, mas por você chorei. Não o queria ver partir, mas fui obrigada, o ver partir aumentou muito mais a minha dor.

Sei que quando o sinal tocou, sai em disparada ao portão para poder pelo menos esbarrar-o e trocar uma simples palavra "desculpa", me fantasiei tanto com isso, que quando cheguei no portão, vi que ele já estava dentro do seu ônibus, no mesmo banco em que ele sentava, no mesmo banco que eu sentava para ir para a casa, minha antiga casa. Me engasguei em minhas palavras e em meu choro e apenas pedi que minhas amigas me acompanhassem, minha visão estava embaçada e quase não conseguia me conduzir no meio daquele aglomerado de estudantes.

Depois de todo aquele acontecimento todo, consegui superar aos poucos, e passado uma semana depois, eu estava no pior jeito que um ser humano pode estar, minha mãe mandara eu ir pegar tal coisa em tal lugar, como eu tinha pressa de chegar logo em casa, fui de bicicleta. No momento em que eu decidi atravessar a rua, eu olhei para o outro lado da rua e o vi, dava para ver claramente que era ele, o reconheci pelo seu moletom que sempre usara e pelo boné que tanto combinava com os cachos de seu cabelo.

Ele me viu, então acelerei, passado uns 5 minutos, voltei de bicicleta por onde ele passou, na esperança de o ver novamente, só sei que voltei para a casa decepcionada e sei que a partir daquele momento, eu nunca mais o veria na minha vida.

Meu primeiro dia de aula


É na raiva que eu acabo escrevendo melhor, e também, hoje foi meu primeiro dia de aula, posso falar a verdade? Essa foi a primeira vez que eu rezei para que esse dia não chegasse. Durante as férias minhas amigas falávamos de brincadeira: "-Tomara que os professores não nos mudem de sala.", acho que foi de tanto falar isso que aconteceu.

Tudo bem nos mudar de sala, mas deixar cada uma separada já é o cúmulo, só hoje, na quarta aula, minha vontade era de pousar minha cabeça sobre a mochila que se encontrava na carteira, queria dormir e acordar só quando batesse o sinal para irmos para a casa.

Ficar separado das melhores amigas é uma tarefa muito difícil, ano passado só me dei bem, porque tinha elas, e agora, nada. Uma coisa que só queria esclarecer, o segundo ano não me surpreendeu nada, só me fez mais pior.

Mês novo, ideias novas?


Mais um mês que se encerra, parece até o fim de um ciclo de vida. Retire o que eu disse sobre o ciclo de vida, é eu mesma que sou dramática demais, ás vezes. 
Mas você já parou para pensar em todas as coisas que fez ao longo de um mês inteiro? É como se fosse uma vida inteira, onde aprendemos e aprendemos, se acontece algo de errado já pensamos "Opa, isso não está certo" e você simplesmente corrige, como tivesse uma segunda chance de viver, sabe? 

Mas também como se vem outro mês, que por sinal, você pode amadurecer, e com isso ocorre as mudanças, acontece sempre algo novo, ideias novas. 
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